
Quem anda junto. Muitos ativos se mexem parecido, porque estão sob o mesmo humor do mercado ou sob os mesmos robôs. Quando você compara os topos e fundos de ativos parecidos, dá pra ver quem está mais forte e quem está mais fraco.
Força relativa. Dois ativos parecidos caem juntos. Um faz uma mínima nova, o outro segura o suporte. O que segurou está mostrando força relativa. O mesmo vale quando um devolve bem menos numa correção do que o outro.
Fraqueza relativa. O contrário: um rompe pra baixo enquanto o parecido ainda segura. O que rompeu está fraco.
Forte com forte, fraco com fraco. Muitos traders procuram comprar força e vender fraqueza, em vez de tratar todo mundo do mesmo grupo como se fosse igual. Não é uma regra: é um jeito de olhar o grupo antes de escolher.
O gráfico de razão. A maioria das plataformas deixa você dividir um ativo por outro e ver o resultado como um gráfico. Se o gráfico da razão sobe, o de cima está mais forte que o de baixo. Se cai, está mais fraco. Tudo o que você já sabe funciona nele: tendência, média, linha, IFR.
A na razão. Um caso especial: o ativo faz uma mínima mais baixa, mas o gráfico de razão dele contra o índice faz uma mínima mais alta. Ele está caindo, mas caindo menos que o resto. Isso é força escondida.
O último de pé. Acompanhe quatro índices parecidos. Se três rompem pra baixo e ficam muito vendidos, mas um continua segurando o suporte, esse um é o que muita gente observa quando a coisa virar.
Recompensa alta não é probabilidade alta. Tentar pegar o momento exato em que o fraco vira forte pode render muito, mas acerta menos. Fica melhor quando existe confirmação: o suporte segurou, a tendência mudou, a razão rompeu a estrutura.