Quando o preço e o discordam. No nível 2 o IFR era um termômetro de medo e euforia. Aqui ele ganha uma segunda função: mostrar quando a força por trás do preço está acabando, antes do preço virar.
Divergência de alta. O preço faz uma mínima mais baixa, mas o IFR faz uma mínima mais alta. O preço ainda cai, mas os vendedores estão com menos força do que da última vez. Pode vir uma virada pra cima.
Divergência de baixa. O preço faz uma máxima mais alta, mas o IFR faz uma máxima mais baixa. O preço ainda sobe, mas os compradores estão cansando. É um aviso pra quem está comprado olhar o lucro e o stop.
Empilhando os tempos. Outro jeito de usar o IFR: procurar o extremo em vários tempos gráficos ao mesmo tempo. Se depois de uma queda forte o IFR está abaixo de 30 no de 5 minutos, no de 15, no de 1 hora e no de 4 horas, e o preço chegou num suporte importante, o medo está esticado em todas as lupas. É quando muita gente fica atenta a uma reação.
Os limites.
Esticado não é virada. Numa subida ou queda muito forte, o IFR pode ficar acima de 70 ou abaixo de 30 por dias ou semanas. Entrar contra um movimento desses só porque o IFR parece esticado é um jeito comum de perder.
Cada ativo tem o seu ritmo. Um ativo repica perto de 30. Outro, mais agitado, cai até 20 ou menos antes de achar o fundo. Olhe o histórico daquele ativo.
Divergência é aviso, não gatilho. Ela diz "preste atenção". A entrada vem com a confirmação: suporte, fundo mais alto, rompimento.
Palavras deste capítulo
IFR (RSI)
Indicador de força relativa. Mede a velocidade das altas e quedas, de 0 a 100.